sábado, 23 de fevereiro de 2019

Inspiração carnaval (fantasias, makes, acessórios)

Não sou uma apaixonada por Carnaval, mas adoro uma fantasia, um brilho, uma peruca, uma cor! Tenho muitas saudades dos papangus. Na infância, era o que mais gostava no Carnaval, apesar de ter um pouco de medo, no início e depois, na adolescência, por dar umas carreiras e uns socos em alguns que me melavam (mas eu adorava a zuêra). kkk

Amo a estética e o espírito carnavalesco, quando as pessoas são mais alegres e livres. Talvez as máscaras e fantasias sirvam mais para mostrar quem somos e não o contrário. Mas não to aqui pra filosofar. Eu quero é compartilhar uns lookinhos e umas makes coloridas.





































Lembrando que, até no Carnaval, é preciso ter bom senso. Etnia não é fantasia!
Boa folia!
xero


  


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A honestidade do fotógrafo Bruce Gilden

Qual a utilidade da Arte?
Embelezar a realidade? Imitá-la? Recriá-la? Abstrair-se dela? Questioná-la? Criticá-la? Pode ser tudo isso ou nada disso: só a arte pela arte, a arte pelo artista, sem ser necessário ler o "segundo caderno".

O post de hoje traz duas tags numa só (já que eu to bem atrasada com as postagens): bela imperfeição e fotógrafo de moda. Porém, não é bem isto. Que tanto diz e desdiz é esse, hein? Vejam vocês as tags e tirem suas conclusões. rs

Compartilho aqui um fotógrafo que mandou a academia se fuder: o americano, nascido no Broklyn nos anos 1940, Bruce Gilden. Primeiro estudou Sociologia, mas não aguentou; depois, quis ser ator mas não deu certo. Por fim, comprou uma câmera e saiu fotografando pessoas na rua. Fez Artes Visuais, mas tá mais pra fotógrafo autodidata.

Ele é conhecido pelos seus retratos (closes com flash) de pessoas comuns (transeuntes, trabalhadores, loucos, drogados, prostitutas) e fora do padrão estético  de beleza vigente, além de cenas em preto e branco do cotidiano urbano. Bruce captura a cidade (insalubre, caótica, crua) em movimento, através de suas lentes. Desde os anos 1970, tem seus trabalhos e projetos expostos em museus e galerias de arte no mundo todo. 



































Bruce Gilden
"Sou conhecido por tirar fotos de muito perto, e quanto mais velho fico, mais perto chego."




Foda, né? 
Em tempos de instagram, filtros, photoshop e felicidade, chega a ser chocante ver sulcos profundos nos rostos, os poros das peles, medo, raiva, tristeza e loucura nas expressões.